A complexidade do campo cultural é notável. São inúmeras as linguagens e suportes de expressão a serem estudados: teatro, música, dança, cinema, gastronomia, artes plásticas, fotografia, escultura, artesanato, literatura, património histórico, museus, trajes/moda etc., cada um com a sua complexidade e especificidade a ser considerada.
Uma política cultural da FAP abrangente também deve considerar as dimensões transversais a estas linguagens e suportes: deve pensar qual o seu público-alvo, sendo certo que serão os estudantes do Ensino Superior do Porto, mas dentro desta cosmopolita Academia, torna-se essencial saber para quem se podem destinar as politicas culturais da FAP, quer as da aproximação da cultura ao estudante, quer as da criação cultural, quer as da promoção do acesso a essa mesma cultura.
Julgamos que no fundo e essencialmente, o papel da FAP Cultura deve ser o de interiorizar a Academia no seio das ofertas culturais que a cidade oferece, tentando que a cultura seja um complemento dos estudos, bem como uma força facilitadora do acesso a essa mesma cultura!



