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Local: Cadeia da Relação
Data: 1 de Maio de 2005; 00h01
Número de Participantes: 7 500
A primeira serenata monumental data de 1949, ano em que foi introduzida no programa da Queima das Fitas de Coimbra. Como toda a boa tradição académica, também este evento acabou por se expandir a outras cidades do país e foi introduzido, com naturalidade, nos festejos académicos do Porto.
Considerada por muitos um dos mais belos e simbólicos momentos da Queima das Fitas, a Monumental Serenata realizou-se durante largos anos no Terreiro da Sé do Porto mas, entretanto, questões de segurança do recinto e a elevada afluência da comunidade académica, motivaram a mudança para a Cadeia da Relação.
A Serenata marca o início dos festejos da Queima das Fitas do Porto e inicia-se às 00:01 do primeiro domingo de Maio, estimando-se o número médio de participantes em vinte mil estudantes de capa e batina ao luar.
É da Praxe Académica não se baterem palmas durante a Serenata, devendo os espectadores manter-se em silêncio até ao final.
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O projecto Duff nasceu no Verão de ‘96 em Torre de Moncorvo baseado unicamente no gosto e vontade de viver a música de quatro amigos. Desde aí a sua individualidade, hoje mais evidente, foi sendo desenhada.
Na sua origem com bateria, baixo, guitarras e voz junta-se, em 2001, o som do didjeridoo.
A banda conta hoje com cinco elementos que praticam um som com diversas e variadas influências resultando numa fusão de estilos que viajam pelo ska, funk, rock,...
No seguimento de uma evolução e de um crescimento bem cimentados, os Duff gravam em fins de Abril de 2003 a primeira maquette com cinco temas (Reflexos; Porquê; Escaimbra; Viagens; e Transparências).
Apostando agora na divulgação do seu trabalho procuram uma maior afirmação no panorama musical já que, sem nunca pôr de lado a evolução e a procura de novas sonoridades, tem hoje um som bastante próprio e definido...
Os Duff chegam à Queima como melhor banda do III concurso de Bandas de Garagem. A Academia encontrou mais uma banda que saltou da garagem para o palco principal…
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É fundador da Escola de Jazz do Porto, onde leccionou, durante três anos, as cadeiras de Harmonia, Treino Auditivo e Música de Grupo, e onde teve oportunidade de fundar e dirigir a Orquestra da Escola de Jazz do Porto, para a qual escreve grande parte dos arranjos e alguns originais.
Com os “Bandemónio”, escreve, compõe e grava o seu primeiro disco “Viagens”, conseguindo a marca única no mercado português de tripla-platina, com mais de 140.000 exemplares vendidos, assim como mais de 120 concertos por todo o país e estrangeiro.
Em Dezembro de 1994 a revista norte-americana “Billboard” dedica-lhe a primeira página, dando o empurrão para o início duma carreira internacional.
O seu álbum “Tempo” é lançado às 00:00 horas do dia 11 de Novembro de 1996, em evento proficuamente mediatizado e, logo na primeira semana, atinge a marca de dupla platina, tendo até ao momento vendido mais de 200.000 cópias em território nacional, ultrapassando as quatro platinas.
Em 2002 edita “Momento” que vende mais de 80,000 unidades e que contou com a participação dos Helicon String Quartet. Já em 2003, é feita uma retrospectiva da carreira de PEDRO ABRUNHOSA num disco triplo - PALCO, que obteve novo sucesso. Volta de novo à Queima das Fitas para contagiar os estudantes com a sua faceta mais irreverente.
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